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10 de Dezembro: Dia Internacional dos Direitos Humanos

Mesmo sendo de crucial importância para o convívio humano, os direitos humanos continuam sendo desrespeitados em diversas instituições, e por isso precisam ser defendidos.



O ano era 1948, dia 10 de Dezembro; a Organização das Nações Unidas (ONU) institui a Declaração Universal dos Direitos Humanos no Palais de Chaillot, em Paris, França.


Você pode lê-la no site da UNICEF, clicando aqui 👈


Esta Declaração − considerada o documento mais traduzido da história moderna − serve como referencial de "ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações”. Em outras palavras, ela traz o conjunto de Direitos que qualquer indivíduo pode esperar e exigir, simplesmente por ser HUMANO.



Afinal, quais são meus Direitos enquanto ser humano?


São assegurados o direito à vida, à liberdade, à dignidade, à defesa e à saúde, entre outros, independentemente de nacionalidade, sexo, etnia, religião, língua, opinião política ou qualquer outro critério de exclusão. Em outras palavras, os Direitos Humanos servem para proteger as pessoas de injustiças, abusos e discriminações.


No Brasil


Infelizmente, a história do nosso país possui alguns capítulos em que os Direitos Humanos foram amplamente desrespeitados, sendo o período da Ditadura Militar (1964 a 1985) um dos exemplos mais recentes, onde centenas de pessoas foram perseguidas, torturadas e mortas apenas por defenderem pautas sociais e lutarem por justiça.


Mesmo hoje, em 2021, nos deparamos diariamente com inúmeras situações que ferem os Direitos Humanos, dentre as quais podemos citar a violência contra mulheres, contra pessoas LGBTQIA+; os trabalhos análogos à escravidão, a miséria, a fome, e a falta de acesso a recursos e serviços básicos − como de saúde e educação.


É por isto que é dever de todo cidadão lutar não apenas por seus direitos, mas também pelos de seu semelhante, tendo sempre em mente os princípios básicos dos Direitos Humanos, inerentes à cada pessoa: (1) Princípio da Dignidade; (2) Princípio da Autonomia; e (3) Princípio da Inviolabilidade.